Freguesia de Duas Igrejas

 

Escudo de ouro, duas lisonjas de negro alinhadas em faixa, entre gavela de espigas de centeio de verde, atada de vermelho, em chefe e dois paulitos de azul, cada um atado de vermelho, passados em aspa, em ponta. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “ DUAS IGREJAS - MIRANDA DO DOURO “.

Património:

Duas Igrejas: Igreja Matriz de Stª Eufémia e Igreja Sr.ª do Monte ambas de traça românica. Casa Paroquial. Abrigo rupestre de Solhapa, o qual apresenta interessantes seres e esculturas graníticas. "Faceira da Granja", vestígios de um povoado românico, "Fonte do Amador", necrópole medieval de Sr.ª do Monte, Paço Picão, casa rural romana e, "Urreta Malhada", povoado da Idade do Ferro.

Em Vale de Mira destaca-se a Capela e na Quinta de Cordeiro a Capela de Stº Isidro Lavrador, junto a Cércio, além da Igreja, o Castro de Cércio e "Santa Marinha de Cércio", povoado romano medieval.

Área: 4.926 ha Residentes: 744 Famílias: 292
Alojamentos: 468 Edifícios: 466  
Anexas: Cércio, Vale de Mira, Quinta de Cordeiro
 

Origem do nome:

Duas Igrejas - A etimologia do nome desta terra transmontana não oferece a mínima dificuldade: ele originou-se do facto de ai haver duas igrejas, uma que serve de freguesia, outra que tem por orago a Senhora do Monte.

 

Vale de Mira - Temos na onomástico do distrito Cabeço de Mira e com a variante miro o local de Vale de Miro. Deriva mira do verbo latino miror, como Miranda, Mirão, Miragaia, miradouro, etc., e relaciona-se com a ideia de lugar sobranceiro a outro, de posto de observação, de fachos, porque mira, encara esse lugar.

 

Quinta de Cordeiro - Como Sendim, Especiosa, Constantim, as propriedades, ou algumas, que hoje a formam deveriam ter pertencido a um indivíduo de apelido Cordeiro, não se sabe quando.

 
Fonte: Instituto Nacional de Estatística